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[Câncer de Endométrio] Aline Dantas Leal

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 21/05/2017

Aline Dantas Leal
  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Aline - Sou Aline, tenho 30 anos e atualmente não estou trabalhando, pois ainda não recebi alta médica, mas sou formada em pedagogia. Não tenho filhos o câncer de endométrio me roubou esse sonho, sou casada há 2 anos - o mesmo tempo em que descobrimos o câncer - e sou do estado do Pará, mas atualmente moro em Mogi das Cruzes, São Paulo.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Aline - Bom, descobrimos o câncer por que assim que eu casei nós decidimos nos preparar para engravidar, então parei de tomar anticoncepcional e a minha menstruação desceu. E desde então nunca mais foi embora, procurei o G.O e ele me pediu uma transvaginal na qual apareceu alteração no meu útero, estava muito grande e meu endométrio muito espesso, tive que passar por uma curetagem e no resultado da biopsia dessa curetagem, fui diagnosticada com câncer de endométrio.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Aline - Sim apresentei muita cólica, um sangramento absurdo, incontrolável. Em uma semana eu usava 65 absorventes noturnos, na semana que antecedeu a minha cirurgia eu usava fraldas.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Aline - Graças a Deus não enfrentei nenhum problema não.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Aline - De inicio o meu pensamento era que eu ia morrer, na minha cabeça "câncer" significava MORTE, fiquei de luto uma semana, chorei muito, me desliguei de tudo e de todos.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Aline - Naquele momento a minha preocupação era em fazer a cirurgia o mais rápido possível, até que aquele sangramento parasse.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Aline - Já acabei sim o tratamento. Não precisei de Radioterapia e nem de quimioterapia, fiz Braquiterapia 4 sessões ou 4 aplicações, tive reação alérgica a radiação da Braquio, foi um mês muito turbulento pra mim, a cada aplicação era como que eu estivesse saindo de uma sessão de quimio. Sentia muitas náusea, dores no corpo, queda de cabelo (não totalmente mais caiu bem), alteração de humor, a braquio mexeu muito com meu sistema urinário e com meu intestino também... Até hoje sofro com as consequências das aplicações, mas graças a Deus o 1% de chance que tinha do câncer voltar naquele lugar foram totalmente eliminadas.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Aline - Olha eu fiz a Braquiterapia por que o meu oncologista disse que esse tratamento era bem mais eficaz para esse tipo de câncer. Eu acho que cada diagnostico tem seu tratamento especifico.
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral diante ao tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Aline - Sim, tive efeitos colaterais por que tive reação alérgica a radiação das aplicações de Braquio, tive náuseas, irritação alteração de humor, queda de cabelo, o tratamento mexeu muito com meu intestino e urina, tive coceira, ardência, tive que usar cremes, chás de camomila e outros remédios.
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Aline - Ainda é. O Doutor Moisés pra mim é um anjo, a melhor relação do mundo.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Aline - Passei um tempinho sendo acompanhada pelo ginecologista, mas agora só faço acompanhamento com oncologista e psicóloga.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Aline - Sim, faço acompanhamento com a psicóloga, o câncer mexeu muito comigo e eu vinha tendo alteração de humor, cheguei até a ter um surto repentino e ela foi fundamental pra me ajudar naquele momento, foi um surto repentino e passageiro.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Aline - Hoje minha vida voltou ao normal diga-se de passagem, depois do câncer, da cirurgia, eu entrei em menopausa precoce e hoje faço tratamento contra os sintomas, mas não faz muito efeito não.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Aline - Ainda não voltei a trabalhar, sinto muitas dores nas pernas, dores cansadas.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou seus direitos? Se sim, quais? Aline - Busquei meu auxilio doença.
  • Instituto Oncoguia - Quais são seus projetos para o futuro? Aline - Assim que eu receber minha alta médica, meu plano é voltar a trabalhar.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Aline - Para não entrar em pânico, pois o câncer tem cura, procurar se informar sobre, eu no inicio não tive informação alguma, fui procurar por conta própria graças a Deus achei esse instituto sério que me ajudou muito no decorrer da minha luta contra o câncer.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Oncoguia? Aline - Pesquisando na internet.
  • Instituto Oncoguia - Você tem alguma sugestão a nos dar? Aline - Pra mim a plataforma está perfeita.
  • Instituto Oncoguia - O que você acha que deveria ser feito para melhorar a situação do câncer no Brasil? Deixe um recado para os políticos brasileiros! Aline - Na situação que o país se encontra, sem comentários, precisamos de pessoas na presidência que se preocupem mais com a saúde pública que é um caos em relação aos pacientes oncológicos.


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